Sobre a DIADE

Somos um escritório, um espaço de produção, uma união entre dois arquitet(x)s  com os mesmos ideais fundado em 2018 , desenvolvendo projetos de diversos tipos de escala e uso, sempre agindo em favor de quem precisa.

Acreditamos em um mundo mais justo, na função social da arquitetura, na responsabilidade com o resultado final (o produto materializado ou não), mas também na responsabilidade ética durante o processo.

Imaginamos espaços com vida, lembranças, histórias, amores, problemas e sempre mutável.

O Conceito

A díade é um par, um grupo de dois, uma unidade que organiza certos tipos de ligação, um elemento de conexão entre duas pessoas, duas coisas, duas palavras, duas notas musicais etc. É a mais importante ligação da energia criativa, à da mãe/bebé, uma relação simbiótica que existe entre os dois. É a relação entre (x)s criador(x)s e as suas crias. É a relação entre o espaço e seu ocupante. É a relação entre o espaço e a cidade. É a relação entre o espaço e a sociedade. É a ligação do projeto e seu tempo. É, de acordo com Pitágoras, a matéria, o princípio de todas as coisas.

As (H)eras

Os responsáveis pelo desenvolvimento e criação dos projetos, a maternidade em sua definição mais crua, como também o tempo, que é responsável pela inevitável mudança dos espaços.

Gabriel Ramires

Sou formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, após alguns anos de trabalhos intensos. Também estudei Immediate Architectural Intervention (intervenção arquitetônica imediata) na Umeå University, quase no polo norte da Suécia, aprendendo diferentes tipos de abordagens arquitetônicas. Durante os estudos e após, trabalhei em diversos lugares como voluntário, estagiário e arquiteto. Acredito em um espaço democrático, no respeito as diferenças, na coerência à realidade brasileira e humana, na humildade e no desejo de um mundo melhor.

Maria Clara de Oliveira Calil

Sou formada na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, durante um período da faculdade fui estagiária e também bolsista da CNPQ para realizar a pesquisa na área de história das cidades: “Configuração espacial de Porto Feliz: povoado em 1693, freguesia em 1728, Villa em 1797”. Acredito em uma arquitetura democrática, humanitária e indissociável da cidade e de suas relações com atividades diárias da vida humana.

As Crias

São todos os resultados dos projetos. São os desejos se concretizando em materialidade. São espaços que serão habitados. São mobiliários que farão parte de alguma história. São lugares que vão receber pessoas, festas, amores, tristezas, momentos. São vontades que ganham vida. São coisas, materiais ou imateriais, que agem a favor de quem precisa.